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 Submundo -- O levante

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MensagemAssunto: Submundo -- O levante   Qui 17 Dez 2009 - 22:29

O Submundo, por definição, é um local morto. Nada acontece lá.

Nunca.

A legião dos mortos, caminhando de forma trôpega e sofrendo os castigos designados.

Os Espectros, guardiões silenciosos, apenas observam. O nada que parece durar para sempre.

Até o momento que um tremor é ouvido em todo o Submundo. Um tremor que se originou no precipício que liga a Sétima a Oitava prisão.

Há um uivo no ar, e o chão protesta em forma de terremotos.

A paz do Submundo está ameaçada!
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Pavel de Esfínge
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MensagemAssunto: Re: Submundo -- O levante   Sex 18 Dez 2009 - 11:39

Pavel, como de costume, estava na Segunda Prisão, observando tudo o que ocorria. Era sua responsabilidade manter a ordem do local. Isso era algo que ele fazia muito bem. Mais por falta de trabalho. Nada no Submundo mudava. Era sempre a mesma coisa. Aquelas almas que pagavam pelos seus pecados. A avareza era o pecado que levava à Segunda Prisão. Lá as almas pagavam pelos seus pecados, sendo golpeados por aquela gélida chuva que caia por suas cabeças. O frio intenso da prisão ardia nas suas peles e isso lhes causava um sofrimento eterno, afinal era impossível fugir da água gélida que caía. Para Pavel a chuva não era nenhum empecilho. O frio foi seu companheiro durante a infância em uma terra agora longínqua chamada República Tcheca, Tchecoslováquia, etc. Haviam muitos nomes para aquela terra, mas isso não lhe importava mais, pois aquilo eram lembranças de um passado distante.
Aquele dia, se é que havia dia no Submundo, já que a escuridão é que domina por lá, era um dia comum na vida do espectro. Observava o choro e o desespero dos mortos diante da punição que lhes foi atribuída. Eram gritos que aterrorizariam qualquer ser, mas o espectro já se acostumara com aquilo. A vida no Submundo o havia mudado.

- Parem de gritar! Têm sorte de o Cérbero não estar aqui. - ordenava o espectro.

A falta do Cérbero o intrigava desde que chegou ao Submundo. Onde que ele estaria? O Submundo estava um caos pela falta de espectros. Quer dizer, o restante do submundo, pois Pavel havia concertado tudo pelo menos ali na Segunda Prisão. Era o local mais organizado (ou menos desorganizado) do Meikai. E o espectro se orgulhava disso.
Entediado em ver a mesma cena de sempre, o espectro decidiu deixar seu posto por alguns momentos. Começou a caminhar pelo campo da prisão, pensando em uma nova sinfonia que estava compondo. As idéias fluíam melhor naquele lugar e ele gostava disso. Pegou a harpa e tentou alguns acordes e arpejos, mas foi interrompido. Um tremor de terra abalou todo o Submundo. Pavel nunca havia presenciado tal abalo do solo. Isso preocupou-o. decidiu averiguar o que ocorria por ali.
Concentrando seu cosmo, foi fácil ao espectro perceber onde estava o epicentro.

Esse tremor vem da Sétima Prisão. Posso sentir isso. O que ocorre lá?

Mesmo sabendo que não devia sair da sua prisão, o espectro, empunhando sua harpa, iniciou uma corrida rumo ao local do terremoto para descobrir sua origem.
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MensagemAssunto: at   Ter 5 Jan 2010 - 22:57

Não apenas Pavel, mas uma quantidade impressionante de Espectros de patente baixa se dirigiam para lá. Se algo, eles conseguiam acompanhar Pavel na corrida.

"Senhor Pavel! Que bom que o senhor se dirige até a Sétima Prisão! Imagino que também tenha sentido o tremor!"

A visão da Sétima Prisão é horrível. Centauros atiram flechas de fogo contra os Violentos, aqueles que atentaram contra pessoas e contra propriedades. Um enorme lago de sangue fervente se estende pelo exterior da Prisão, e a chuva de flechas de fogo atingem todos que ousam pisar fora do lago.

Um centauro, porém, abandona sua obrigação e vai na direção de Pavel.

"Senhor. É auspiciosa sua presença aqui. Eu sou Chirón, e devo mostrar-lhe o que veio aqui ver."

Ele caminha alguns passos, sobe uma pequena colina, e é impossível não se impressionar.



O sol negro do Submundo parece uma piada irônica, ao formar em conjunto com a cratera uma das mais belas paisagens a serem contempladas. Porém, não há tempo para beleza. É um momento de terror.

"A represa de sangue vaza... E congela, ao tocar no fundo... Essa é a fumaça que vemos... " Chirón continua falando. "Nunca, em meus 10 mil anos no Submundo, vi algo parecido.

O buraco parece ter vida própria. Parece... roncar.

Muitos espectros aproximam-se da borda, curiosos.
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Pavel de Esfínge
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MensagemAssunto: Re: Submundo -- O levante   Qua 6 Jan 2010 - 22:43

- Senti sim, por isso vim averiguar o que acontece. - respondeu Pavel ao espectro. - Vejo que não fui o único que me preocupei. - Continuou ao ver o grande número de espectros ali.

Todos aqui são espectros de classe baixa. - pensou. - Mas talvez não seja algo para se preocupar mesmo.

Continuou a corrida até a Sétima Prisão. Ao chegar, Chíron o inteirou da situação e foi impossível não se impressionar com a visão do rio.

- Nunca vi algo parecido com isso. - falou. - Que diabos acontece por aqui?

A cena o intrigara. Impedindo-o até mesmo de pensar em uma explicação plausível. Que será que acontecia por ali?
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MensagemAssunto: Re: Submundo -- O levante   Sex 8 Jan 2010 - 22:51

"Impressionante, não é mesmo?"

Aparece uma voz atrás de Pavel. Uma voz que revela-se um homem, com a súplice de Balrog.

"Sou Kain... Vim assim que pude...." olha ao redor, depois para Pavel "O que acredita que é, sr, Pavel?"
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MensagemAssunto: Re: Submundo -- O levante   Sex 8 Jan 2010 - 23:33

Chíron continua sua narrativa

"Esse buraco apareceu minutos depois do tremor. O tremor cessou, mas o buraco parece crescer a cada minuto."

Há alguma urgencia na voz do velho centauro.

"Mandamos um Espectro verificar, mas até agora ele não voltou."
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Pavel de Esfínge
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MensagemAssunto: Re: Submundo -- O levante   Qui 14 Jan 2010 - 12:52

Pavel percebeu a presença do outro espectro. Escutou as palavras do mesmo e responde:

- Realmente é impressionante, Kain. Entretanto é intrigante ao mesmo tempo. Não tenho idéia do que se trata. Mas acho que já iremos saber. Afinal, isso parece estar entrando em colapso. - falou Pavel, ouvindo os roncos do buraco, como se estivesse vivo e pronto para atacar.

Virou-se para Chiron. A história de ter mandado um espectro o preocupara. Algo acontecera e não podia deixar barato. Precisava saber o que era.

- Se ele não voltou significa que algo muito perigoso ronda o Submundo. - iniciou o espectro. - Temos que ira lá averiguar. Seria uma honra que me acompanhasse, sr. Kain. - falou olhando para Balrog. Depois virou-se para os outros. - Quem de vocês me acompanharia?
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