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A Nova Era das Trevas
 
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 Casa de chá

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Valentino
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MensagemAssunto: Casa de chá   Dom 22 Nov 2009 - 20:21

O mundo é um lugar grande, e existem muitos locais que fogem do conhecimento da civilização globalizada. Certas aldeias e vilarejos são lembrados por poucos, bem como seus costumes, e assim permanecem até os dias de hoje.

Esse era o caso de Nova Rodorio. Uma pequena vila nos arredores do Santuário de Athena, onde todos viviam aos moldes da Grécia antiga e seus habitantes cultuavam a deusa Athena. Um local onde as evoluções tecnológicas não haviam chegado e se levava uma vida pacata e simples. Um prato cheio para viajantes com espírito aventureiro e sede de conhecimento.

Durante anos Valentino viajou pela Europa sem destino, apenas se deixando levar pelo desejo de adquirir mais conhecimento e experiência na sua amada ciência, a medicina, e onde houvesse uma pessoa enferma, lá ele queria estar.

Após ter chegado à Grécia, Valentino adentrou uma floresta densa, pensando estar pegando um atalho para seu destino. Que destino? Nem ele sabia, apenas sentia que deveria prosseguir por ali.

Depois de algum tempo andando entre as árvores, Valentino percebeu que em um ponto da floresta elas acabavam.

"Será uma clareira?" pensou ele. Uma clareira seria um bom lugar para descansar e tomar um pouco de sol, já que suas roupas estavam encharcadas, pois havia chovido na noite anterior e as plantas ainda estavam molhadas.

Chegando mais perto ele viu que não se tratava de uma clareira, e sim de um vilarejo. Tratava-se de Nova Rodorio. Casas e ruas feitas de pedras, templos com grandes e largas colunas, arquitetura típica da Grécia Antiga.

Valentino estava pasmo. Ele sabia que não constava em nenhum mapa um vilarejo no meio daquela floresta, e ao mesmo tempo em que pasmava, ele começou a sentir uma grande curiosidade tomar conta dele. Estudar sobre a antiga civilização grega na escola era uma coisa, porém vivenciá-la era algo totalmente diferente.

Adentrando Nova Rodorio, Valentino ficou maravilhado com as belas construções e decidiu passar algum tempo no local.

Andando mais um pouco, ele encontrou uma espécie de casa de chá ou café. Durante sua estada em Londres, Valentino tornou-se um apreciador assíduo de chá, e já que iria passar algum tempo naquele local, não custava nada descansar tomando uma bela xícara de chá, sentado em uma mesa da casa de chá e apreciando a paisagem do local pela janela, com o sol começando a se esconder por de trás dos templos que havia na parte de fora do vilarejo.
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MensagemAssunto: Re: Casa de chá   Ter 24 Nov 2009 - 21:36



    - Natureza é vida.

    É alimento, é sustento, é sobrevivência; é companheirismo, é amor, é relacionamento; é beleza, é sabedoria, é nobreza; é pintura, é poesia, é inspiração. É saber cuidar, é conhecer limites, é delimitar territórios. É exaltar o líder, é seguir o padrão, é respeitar a cadeia. É a lei do mais forte, é o exílio do mais fraco, é o equilíbrio do grupo.


    Ela respirou fundo, aparentando estar decepcionada. Ainda não soava tão bem quando queria. Mas o quê, pela Deusa, não fechava? Colocara tanto esforço na escolha das palavras! E, afinal, era sobre a Natureza, sua segunda maior paixão! Não fazia sentido. Deveria estar perfeito! Irritada, chutou uma pedrinha com força, que ultrapassou as copas das árvores e se perdeu na linha do horizonte, mesclando-se à luz do Sol.

    Logo, logo, a Rainha chegaria, expulsando dos céus o irmão para assumir seu lugar de direito no trono.

    A garota, ainda inquieta, adentrou a casa de chá, no momento em que o Rei desapareceu por completo. Sentou-se em seu lugar habitual, não sem antes tirar aquele incômodo casaco laranja. Por tudo o que é sagrado, como aquela gente, que se achava "civilizada", não explodia com tantas regras?

    Spoiler:
     
    Agora, sim. Bem melhor. Soltou o cabelo, também, que caiu em longas ondas vermelhas. Lançou um olhar para o atendente que, acostumado, logo lhe trouxe o que sempre pedia: melon pan. Perfeito. Assim, quem sabe, com sua comida favorita e a Lua a despontar no céu, a pequena ruiva conseguisse alcançar a perfeição tão almejada...?


    - Natureza é vida...


[sim, ela está só de biquini. sim, ela recomeçou a recitar em voz alta. sim, ela está sentada na mesa ao lado de Valentino. sim, ela é muito fofa! *-*]
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MensagemAssunto: Re: Casa de chá   Qui 26 Nov 2009 - 0:17

Com o início da noite, Nova Rodorio parecia ficar ainda mais bela para Valentino. Não se via uma única nuvem no céu e a lua começava a se exibir imponente, iluminando todo o vilarejo. A visão do vilarejo iluminado pela luz do luar parecia ser hipnotizante para ele, fazendo-o desligar-se do resto do mundo, a ponto de não perceber que a mesa ao lado tinha sido ocupada por Natsuno.

Ainda distraído com a visão do vilarejo e com sua xícara de chá, Valentino ouviu uma voz feminina ao seu lado, recitando o que parecia ser um poema. Virando-se, ele se deparou com a bela garota de cabelos vermelhos.

Achou estranho o fato de ela estar somente de biquíni, mas não se ateve a esse detalhe. As palavras que saiam de sua boca eram tão belas e soavam tão suavemente em seus ouvidos que Valentino ignorou completamente a maneira que Natsuno se vestia, assim como a visão do vilarejo à luz do luar que contemplava há poucos instantes.

Após dar o último gole de sua xícara de chá, Valentino ficou observando Natsuno em silêncio, ouvindo com atenção cada palavra pronunciada. Ele sabia que deveria partir para procurar algum lugar para passar a noite, trocar suas roupas úmidas e, se possível, tomar um belo banho, mas ficar mais alguns minutos não iria fazer muita diferença, ou iria?
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Natsuno

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MensagemAssunto: Re: Casa de chá   Qui 26 Nov 2009 - 18:32



    - ...É a lei do mais forte, é o exílio do mais fraco, é o equilíbrio do grupo.


    Parou, fechando os olhos, absorvendo os resquícios do som da própria voz. Não, definitivamente não soava bem. Começava tão imponente, tão perfeito em sua simetria de palavras, mas ia perdendo o encanto à medida que continuava. O final, então, era recitado em voz baixa de tão horrível, e... Ei! E se o problema fosse justamente a entonação? De fato, parecia ser a única coisa errada ali!

    - Natureza é vida.

    É alimento, é sustento, é sobrevivência; é companheirismo, é amor, é relacionamento; é beleza, é sabedoria, é nobreza; é pintura, é poesia, é inspiração. É saber cuidar...


    Parou abruptamente. Não, não, não! Mesmo dando vida às palavras do poema, permanecia com a impressão de que havia algo faltando! Um quê de misticidade, que prendesse a atenção permanentemente, que inspirasse as pessoas a trabalhar em conjunto da Natureza, e não contra ela! Mas, por mais que forçasse a mente, não conseguia imaginar o que poderia modificar para que alcançasse a hipnose desejada. Pela Deusa, por que era tão difícil? Nos livros da biblioteca de Éfeso, parecia tudo tão mais fácil! Quando os herois e heroínas queriam transmitir algo a alguém, normalmente compunham uma música; entretanto, Natsuno não possuía cordas vocais aptas a encantar alguém, portanto decidira escrever aquele pequeno textinho. Será que nem esse dom a Deusa lhe dera?

    - Ah, moo!


    Não era justo. Suas intenções eram tão boas! A Deusa haveria de abençoar sua ideia, mais cedo ou mais tarde. Precisava ser apenas paciente. E o problema era justamente esse. Mais uma dentada no melon pan, agora permitindo-se aproveitar o gostinho que tanto adorava. Paciência, certo? Não custava tentar. Há livros que dizem que os opostos se atraem; outros, que se completam. Se fosse assim, ficaria completa sendo paciente uma vez na vida... Opostos?! Claro! O oposto!

    - Natureza é morte.


    Esboços da nova parte do poema já se formavam em sua mente - tudo ao contrário da primeira! Se Natureza é vida, também é morte; se é alimento, é fome; e assim por diante! A dualidade, o yin-yang sobre o qual tanto lera! Ah, graças a Deusa Lua! Imediatamente se pôs a pensar cuidadosamente nas palavras, mastigando outra vez o pão, num dos poucos momentos que aparentava serenidade. E logo se desconcentrou. Aquele olhar sobre si era irritante!

    - Perdeu alguma coisa?


    Disse, sem abrir os olhos, sem largar seu lanche, sem alterar a expressão. Moo, as pessoas daquele vilarejo não tinham mais o que fazer? Precisavam fitá-la, apenas por estar de biquini? Quase todos daquela casa de chá já haviam lhe dignado uma careta; o rapaz da mesa ao lado, contudo, fazia questão de olhar fixo, mesmo depois de ter terminado a bebida. Bah. Athenienses.


    [pra ela, tá em Nova Rodorio e tem um cosmo notável, é atheniense. xD *aperta Natsu*]
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MensagemAssunto: Re: Casa de chá   Sab 28 Nov 2009 - 18:52

Não perdi nada, mas acredito que por aqui não seja proibido olhar para onde eu queira – disse Valentino, olhando para o fundo da xícara em suas mãos.

Sei que não pediu minha opinião e também acredito que não a queira, mas foram belas as palavras que saíram de sua boca, contudo muito otimistas. Nem sempre natureza é vida, e muitas vezes a lei do mais forte não se aplica. Sei disso pois, durante minha experiência estudando e tratando doenças, vi que uma simples bactéria, que nem podemos ver a olho nu, pode destruir a vida de um ser vivo. Podemos dizer então que ela está no topo da cadeia alimentar? – perguntou, curvando-se para frente, olhando para Natsuno e segurando a xícara com ambas as mãos. – Acredito que não.

Quando parecia que você iria abordar esse ponto devo ter tirado sua concentração. De qualquer maneira, desculpe a intromissão desse mero estrangeiro, não queria incomodá-la.

Olhando novamente para o fundo da xícara, Valentino fez um aceno de mão para o atendente, chamando-o.

Esse chá estava realmente muito bom, acho que vou beber mais uma xícara, está uma noite agradável para isso. Poderia providenciar, fazendo o favor?

Pode continuar seu poema, não vou mais interferir – disse à Natsuno, voltando a observar o vilarejo pela janela.
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Allen de Minotauro
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MensagemAssunto: Re: Casa de chá   Sex 11 Dez 2009 - 1:12

Allen entra na casa de chá de forma um tanto abrupta, ofegante, como correndo de algum lugar. Fugindo talvez fosse a melhor palavra. Ele olha para ambos os lados e se dirige até um dos cantos, tentando não chamar atenção, o que dificilmente já não foi feito. Em todo caso, o garoto pediu um refrigerante e ficou a olhar para porta. Nem reparou no desenrolar da conversa que acontecia a poucas mesas de distancia. Até que a garota de bikini o distraiu.

Ela tinha belas feições, além de um corpo admirável. Gostaria de falar com ela, mas era um tanto timido e ainda não havia se recuperado do nervosismo que havia passado. Iria esperar se acalmar um pouco antes de fazer qualquer coisa. Por enquanto, só olhando a garota.

[Post curtinho ^^ Não sei bem o que dizer ainda. Em todo caso, Allen eh fortinho, com um corpo definido, para alguem de 16 anos. Até que eh bonito eeh bem desengonçado. Soh pra dar uma luz de como ele é.]
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MensagemAssunto: Re: Casa de chá   Seg 14 Dez 2009 - 0:50



    Mas incomodou, pensou, frustrada. Estava sem ação. As palavras daquele desconhecido - por mais que isso a irritasse profundamente - faziam um sentido absurdo. Além de possuir um cosmo notável, entendia a Natureza. Natsuno fez bico e cerrou os olhos, cruzando os braços. Moo!

    Permaneceu assim, refletindo sobre o que o estranho dissera, pensando no sentido que aquilo tudo fazia. Ah, completava o poema de um modo tão magnífico! Ela queria saber mais e mais, queria ouvi-lo contar todas suas experiências, ensiná-la tudo o que pudesse! Pela Deusa, como estava feliz! Encontrar alguém que compreenda e respeite a Natureza tanto quanto ela era mágico. Quer dizer, fora do Éfeso, claro. Lá, todos adoravam as árvores, os animais, os rios, a terra, o ar, o céu; mas as sacerdotisas passavam a mão em sua cabeça e saíam andando com um sorriso toda vez que a garota contava algo. Ninguém prestava atenção, oh, não! Tratavam-na como criança, como um bebezinho que não sabe o que diz. Mesmo já tendo três anos que Natsuno apareceu no Templo, continuava a não ser levada a sério. Em sua terra, só a Deusa a entendia!

    Aquele homem parecia diferente. Dava a entender que não a considerava criança. Ah, que felicidade, que felicidade! Mas não podia deixar que ele soubesse, não, não. Devia permanecer altiva, superior, sem perder a pose. Sempre, sempre!

    Mas era difícil se concentrar e pensar numa resposta com aquele olhar fixo sobre si.

    Irritada, pegou um pedaço de melon pan com a mão, levantou-se, fazendo a castata de mechas ruivas cair até a altura das coxas, e, sem abrir os olhos, atirou o pão no garoto a poucas mesas de distância, acertando-o em cheio. Bah, esses athenieneses, sempre tão obtusos. Voltou a se sentar e a cruzar os braços, fixando sua mente no maior problema.

    - O que você é? Doençólogo?


    Isso, perfeito! Assim, ele diria o que fazia da vida, e ela poderia extrair mais informações para completar seu poema. Genial, Natsu!

    [ficou um lixinho. ;x ]
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MensagemAssunto: Re: Casa de chá   Seg 14 Dez 2009 - 16:58

Ela era tão linda, tão graciosa, tão.... melon pan?

A garota havia jogado melon pan em Allen sem mais nem menos. Ora essa, aquilo era novidade. Sua atração pela garota só aumentou. Adorava garotas.... diferentes. Você nunca sabe o que esperar delas. Pois bem, resolveu criar coragem e ir falar com ela.

Pegando um guardanapo e limpando o rosto, levantou-se e se dirigiu até a mesa da garota.

- O...oi, tudo... bem? He he, então, tava lá na outra mesa, sabe? E não pude deixar de reparar. Voce tem um corp.... faz versos muito bonitos. Humm, e acho que você, acidentalmente jogou um pedaço de pão em mim, mas acho que nunca foi sua intenção, não é mesmo?

Tão ingênuo, tão carinhoso, tão trouxa. Mas era assim mesmo com as mulheres, não havia excessão. Com todas ele sempre pagava o pato. Bom, fazer o que? Melhor ser ser assim do que não ter ninguém.

[¹ Qual a idade da Natsu?
² Como vcs fazem posts tão grandes? O_O]
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MensagemAssunto: Re: Casa de chá   Seg 14 Dez 2009 - 23:24

Doençólogo... Aquela palavra ficou ecoando na cabeça de Valentino por alguns instantes. Com certeza isso não era palavra em algum idioma conhecido, poderia ser algum dialeto local?

Valentino preferiu acreditar que sim, mesmo sabendo que provavelmente isso não seria verdade. Vendo como Natsuno não tinha muita paciência, não seria muito bom ficar corrigindo-a. Ele não queria gerar intrigas.

Mesmo não querendo corrigir a garota, ela fez uma pergunta e, apesar do ar de superioridade dela, Valentino sentia que ela realmente estava interessada.

Ainda com a xícara vazia na mão, Valentino se virou para a direção de Natsuno e tomou fôlego para falar quando um garoto entrou na sua frente. Ele não ficou muito contente com o fato de ter sido interrompido, mas as palavras que Allen pronunciou o fizeram se esquecer disso.

Se apenas o fato de observar Natsuno já a tirou do sério, imagine chegar falando dessa maneira com ela. Realmente seria algo interessante de se ver. Valentino ficou curioso para saber como ela reagiria.

No mesmo instante em que Allen entrou na frente de Valentino, o garçom trouxe a outra xícara de chá que ele tinha pedido.

Valentino apenas ficou sentado, observando os dois, dando um belo gole em seu chá enquanto ele ainda estava quente.
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MensagemAssunto: Re: Casa de chá   Dom 21 Fev 2010 - 12:37

Pessoas, vamos ressussitar o topico? Ou ninguem ta mais a fim? XD
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MensagemAssunto: Re: Casa de chá   

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Casa de chá
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