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 Renascimento

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MensagemAssunto: Renascimento   Qui 20 Ago 2009 - 13:20

O vento uiva, carregado de frio; as nuvens escuras de neve pairam sobre a planície branca, e nada se move até onde a vista alcança. Há muitas luas que dura o inverno nos entornos da terra sagrada de Odin; os guardas, temerosos, murmuram entre si falando do temido inverno.

Se pelo menos seu senhor retornasse dos mortos!, dizem eles, esfregando as mãos perto das pequenas fogueiras, feitas com os últimos galhos das árvores nuas.

[tópico-teste para Odin. Os Aesir, Guerreiros-Deuses e aspirantes estão livres para participar.
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Qui 20 Ago 2009 - 14:48



Das várias coisas terríveis e ameaçadoras de Asgard, nada é mais terrível que o inverno. Este, quando passa pelo homem, envenena seu corpo como se fosse morfina e o transforma em gelo. A engenhosidade humana pode pouco diante de tal obra divina, pois nada cresce ou floresce no inverno. É a estação menos propícia para trabalhar a terra. Por isso, durante os invernos, os humanos dedicam-se a fortalecer os laços entre eles, com vistas em investir, ao abrir das cortinas brancas do inverno, sangue e suor nas plantações e demais obras humanas. Mas nisto Asgard se distingue das demais terras humanas. Pois o inverno não é apenas uma entre as várias estações do ano, mas a regra e mãe de toda alma asgardiana¹.

Rögnvaldr andava pelas terras frias, após um retiro pelo sul que encheu sua alma de pensamentos. Era o momento de retornar aos seus. Ele vestia roupas pesadas, que protegiam seu corpo do frio à medida do possível. Seus prateados cabelos estão encobertos por um gorro. Na orelha esquerda, um grande brinco. Dele sai uma trança, que dança conforme o vento frio. Na face esquerda, uma enorme cicatriz. Oculta pelas roupas, no abdomen, outra cicatriz, proveniente de uma lança. Suas pernas estão afundadas em uma grande camada de neve, e ele movimenta-se com dificuldades. Não podia dar-se o luxo de parar, pois tal luxo custaria-lhe a morte dos músculos por congelamento.

Alguém poderia perguntar, por que não invocar seus poderes e atravessar o inverno sem maiores problemas? Rögnvaldr considerou a hipótese enquanto atravessava o deserto branco, mas, após curta meditação, tal possibilidade mostrou-se para ele como uma grande contradição. É verdade que sua travessia seria muito facilitada, mas, neste caso, qual teria sido o sentido do inverno, esta bela obra divina criada para testar o homem e reestabelecer a hierarquia entre os seres²? Rögnvaldr não podia negar o inverno como um homem nega um filho bastardo. Tinha que abraçá-lo, atravessá-lo. E assim o fez.

Quando chegou próximo aos guardas, Rögnvaldr levou as mãos ao joelho e curvou o corpo, cansado. Respirou fundo para recuperar suas forças e logo postou-se ereto, observando os guardas com um sorriso. Há algo denso e profundo em seu sorriso, que suscita horror e irmandade. A sensação que causa é ambígua: de um lado, emitia uma aura que poderia suscitar medo e respeito; por outro lado, era acolhedora, como a chama que seduz e convida o homem a se aproximar.

Mais uma vez, Rögnvaldr respirou fundo... E disse: "Ah... O cheiro da terra natal!"

______
¹ É interessante lembrar que, em paises do extremo norte, o sol se põe muito cedo (tipo três horas da tarde). Então, a ausência de sol governa a vida dos nórdicos. Diante disso, não é difícil imaginar porque a Suécia possui um índice elevadíssimo de alcoolismo: deve ser insuportável.
² Quer dizer, o inverno rigoroso mostra quais são as espécies mais fortes/nobres e reestabelece suas posições.
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Qui 20 Ago 2009 - 17:00

"Quem é?" pergunta em voz alta um jovem, entre assustado e defensivo - os guardas vêem Rögnvaldr ainda ao longe, seus corpos e sentidos treinados desde a mais tenra infância nas agruras geladas do norte. Ainda estão bem ao sul de Asgard, num pequeno forte oculto, já que as terras do Valhalla e adjacentes estão sob os domínios de Loki depois da guerra. Mas é como se o Fimbulvetr tivesse descido entre eles, ainda assim, perseguindo os homens de Odin.

"Não seja rude, Làrus." diz outro guarda, este mais velho. "Os homens que aguentam o frio nestas bandas de Midgard, que podem ser senão nossos irmãos?" e para Rögnvaldr "Venha e aqueça-se junto ao fogo, meu bom homem. Esta é sua terra natal? Não o conheço, e estou aqui há mais de quarenta primaveras. Embora não haja mais primaveras há algum tempo."
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Qui 20 Ago 2009 - 17:56

Antes de responder ao soldado mais velho, Rögnvaldr respirou fundo mais uma vez, para sentir com mais vagar o cheiro da terra natal. E não deixou de sentir preocupação correndo nas palavras do soldado velho. Teriam os deuses ficado loucos e decretado o fim da primavera? Teria ela sido desposada por um deus estrangeiro e levada para bem longe?

Como ele queria poder dizer que os deuses não ficaram loucos e que a primavera estava por vir! Dizer que o Caolho havia retornado e que, um dia, a neve iria derreter e transformar-se em rio. Mas, não queria impor-se a eles. Queria que eles o reconhecessem, a partir dos evidentes sinais: seu cosmo a um só tempo amedrontador e confortante, seu nome com requintes de arrogância, entre outros.

Rögnvaldr respondeu ao soldado velho, sorrindo: "O destino do inverno é a primavera... Cedo ou tarde, ela virá. Meu nome é Rögnvaldr, e tenho apenas vinte invernos. Mas sinto como se pertencesse a este lugar desde sempre". Rögnvaldr uniu-se aos homens junto à fogueira, imaginando o que poderia aprender com eles sobre o presente estado de Asgard. Ao mesmo tempo, objetivava reunir forças, para, futuramente, adentrar até o interior de Asgard.
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Sab 22 Ago 2009 - 10:13

*Naquele dia estava fazendo bastante frio em Midgard, a visão de qualquer local estava quase impossível por causa da densa nevasca que passava no local, quase que não tinha mais arvores boas no local, Midgard estava em declínio sem ninguém para mandá-la, Odin o senhor de Asgard ainda não havia retornado, os seus guerreiros esperavam ansiosamente para que ele retorna-se logo, rezando cada dia para que ele os protegessem desse terrível tempo que faz em Midgard.*

//Droga... Hoje ta fazendo mais frio que ultimamente... Será que isto é algum sinal ou é apenas algo que se passa por minha cabeça?//

*Kamanada trajava roupas pesadas feitas com pele de urso, que o protegia do frio... Ele estava andando sobre o deserto de gelo de Midgard, ele via um grupo de pessoas, duas dessas pessoas eram soldados que pareciam estar sobre o domínio de Loki, e o outro ele não conhecia parecia ser uma pessoa nova, mas ele sentia certo pressentimento estranho quando chegava cada vez mais perto daquele pequeno grupo.*
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Sab 22 Ago 2009 - 15:09

Enquanto esfrega as mãos junto a fogueira, Rögnvaldr tenta justificar o que acabara de dizer: que a primavera viria. Pairava no ar a idéia de que a ausência de Odin era a responsável pelo inverno sem fim. Partindo em defesa do deus, Rögnvaldr invoca um poeta do sul¹, e diz: "Odin vive para além do túmulo e continua a olhar para vocês, ainda que as ondas do mar o arrastem para as profundezas. Ele continua sentado em sua mesa, ainda que não tenha um corpo. E continua a acompanhá-los em seus campos, ainda que seja um espírito invisível. E continua sentado próximo ao seu fogo. A morte muda apenas as máscaras que recobrem as faces... Um lenhador continuará lenhador, um caçador continuará caçador, e Odin continuará Odin"

Notando a aproximação de mais uma pessoa naquele cenário desolado, composto por um vasto deserto branco feito de neve e uma tímida fogueira, Rögnvaldr convidou-o a se aproximar, gesticulando com a mão. "Por favor, aproxime-se. Aqui também habitam os deuses"
_______
¹ Khalil Gibran
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Qui 27 Ago 2009 - 1:24

["sobre" o domínio de Loki, Kamanada? Teriam sido estripados. o.o]

Os homens recebem Kamanada com deferência; seu posto de Aes, um campeão de Odin, não é desconhecido a ninguém de Midgard. Eles abrem para o guerreiro um espaço perto da fogueira e a alimentam melhor, para degelar mais rapidamente os ossos de Thor.

"Assim acreditamos, irmão de nome nobre." responde o guarda mais velho. "Nosso povo, apesar das agruras, jamais perdeu sua fé em Wotan e em seu retorno. Embora os tempos sejam negros, o povo do Pai-de-Todos não se entrega ao desespero jamais."

O frio lentamente aperta, a noite ficando mais densa e escura, comprimindo a luz das pequenas fogueiras em minúsculos globos de luz pontilhando a escuridão. Mas os homens não desanimam, desafiando a noite com sua postura altiva; e realmente, murmuram eles, ela parece menos longa agora. Estaria o inverno finalmente cedendo frente à primavera?
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Qui 27 Ago 2009 - 15:19

Rögnvaldr responde aos soldados quando eles mencionam o Pai de Todos: "Tenho certeza que ele também não perdeu a fé em vocês". Em suas palavras não jazem achismos ou esperança, mas um misterioso tom de certeza. Misterioso também é o seu sorriso: seria Rögnvaldr um profeta?

Ele esfrega as mãos próximo a fogueira, fazendo silêncio. Em alguns momentos, observou os dois soldados velhos e a Kamanada. Em seus olhos, diversos e misteriosos pensamentos. Após longo silêncio, Rögnvaldr perguntou: "E onde estão os outros homens? Não deveríamos avisá-los do retorno de Odin?". Em seu rosto, o mesmo sorriso misterioso de outrora.
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Ter 1 Set 2009 - 7:40

[desculpe a demora.]

"Do...?"

O homem encara Rögnvaldr. "Sabe? Já tive a honra de ver Wotan com estes mesmos olhos cansados." diz, meio que para si mesmo, meio que para os outros. "Ele era... orgulhoso, grandioso, terrível. Majestoso como um rei. E ardiloso, com muitos nomes, muitos disfarces."

"Irei alertar nossos homens. Mas deixe que este se curve diante do Pai primeiro..."
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Ter 1 Set 2009 - 14:55

Ouvindo o velho homem, Rögnvaldr decidiu dar-lhe a oportunidade de ver Odin mais uma vez. Ele se levantou e, por instantes, deixou a sua presença - antes contida nos limites de seu corpo - irradiar-se pelo local. Naquele instante, seus traços ficaram mais definidos, distinguindo-o completamente entre os demais. Rögnvaldr não aparecia mais como um simples mortal, mas sim como algo diferente de tudo.

No brilho de seus olhos corre uma longíncua história, que poucos possuem registro. Pois antes de Odin existia apenas o caos primordial e indiferenciado¹. Para criar o mundo, um sacrifício fez-se necessário². Ymir - o fundador da raça dos gigantes - foi o primeiro a compreender o verdadeiro sentido de sua existência e a beleza do sacrifício, entregando-se de corpo e alma a eles. Odin cortou os membros de Ymir e, com eles, iniciou a construção do mundo. O corpo de Ymir foi lançado no centro do caos primordial, conferindo forma e limite ao mundo. A carne de Ymir tornou-se a terra; seu sangue e lágrimas formaram os oceanos e lagos; com seus ossos foram erigidas montanhas; seus cabelos geraram as árvores. Em um instante de medo, Ymir sentiu fúria de Odin e parte de sua existência se consumiu em chamas, criando o ódio e a raiva. Mas Odin cantou-lhe canções para acalmar o espírito e dormir, permitindo assim o nascimento da vida.

Ainda hoje, tudo o que é forjado e destruído é feito desde Ymir. Na fúria de Ymir que queima o coração dos rancorosos, alimentando o medo das crianças; nas lágrimas e sangue de Ymir, que banham seu próprio corpo e invadem as praias como suspiros; no corpo de Ymir, estremecendo ou gerando a vida. Assim nasceu Midgard: uma terra esculpida pelo sacrifício, pela perda e pela morte. Mas também a morada onde a honra e liberdade superam a morte, e onde o homem pode abrir o céu.

Naquele segundo, o cosmo de Odin irradiou-se. Acerca dele pode-se apenas dizer que é grande, pois a medida humana não alcança a medida divina. Ele é Odin. Pois seus ouvidos estão cheios dos gritos de nações conquistadas e de suspiros pelas terras esquecidas; pois seu peito é iluminado por navios em chamas, e seus lábios estão úmidos do sangue de guerreiros assassinados; pois seu corpo é banhado com o sangue de seu próprio sacrifício e sua alma marcada com as runas.

"Diga-me o que vês", perguntou Rögnvaldr ao homem, curioso em saber se era semelhante aos outros que já foram, uma vez, como ele.

___________
¹ Ginnungagap, o caos primordial no universo nórdico. O contrário desta experiência caótica e diferenciada é o 'cosmo'.
² Não serei absolutamente fiel a mitologia: é uma licença que me dou para deixar o texto bonito. Creio que os pequenos detalhes não comprometer demais a história.
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MensagemAssunto: Re: Renascimento   Ter 8 Set 2009 - 14:28

[quarenta anos é velho? =P]

"... Alfaðir!"

Não é preciso outra palavra.

Os deuses estão acima das palavras dos homens.

O guarda se ajoelha, assim como seu companheiro, e murmúrios se espalham pelo precário acampamento. "Ele voltou! Ele voltou! Odin está de volta!" dizem as vozes, encobertas pela neve que ruge ainda mais intensa agora. Mas eles não sentem frio; o sangue lhes parece fogo nas veias, tamanha a ansiedade e expectativa, os corações pulsando tão forte que Rögnvaldr tem a impressão de ouvi-los batendo.

"Glória a Odin. O Pai-de-Todos voltou para nós!"

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Teste encerrado; Rögnvaldr, saboreie seu resultado. ;D
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